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21 de abril de 2010

O Salazagalhães!!!

Em pequenos, todos tivemos um, com monitor de 12 polegadas!

E sabemos a tabuada, fazer contas de cabeça e escrever sem erros...

Era realmente uma grande máquina! :)

24 de outubro de 2009

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade"

Carlos Drummond de Andrade

5 de outubro de 2009

A maternidade segundo Gustav Klimt

Porque não há nada melhor que adormecer com os nossos filhos nos nossos braços... O amor incondicional contado em tela!



22 de setembro de 2009

Portugal e o Romantismo I

Não te Amo

Não te amo, quero-te: o amar vem d’alma.
E eu n’alma - tenho a calma,
A calma - do jazigo.
Ai! não te amo, não.

Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida - nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!

Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.

Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?

E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.

E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.

Almeida Garrett, in 'Folhas Caídas'

Um exemplo do melhor que se fez em literatura na época áurea do romantismo português, o século XIX...